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5 dicas para as compras do dia das crianças
11/10/2018 08:04h

Dia das crianças se aproximando, data essa que acontece todos os anos no mesmo dia e mês, espero que você tenha se preparado para esse dia. Vale lembrar que, preparados ou não, você deve ter cuidado para não se endividar para agradar a criançada, com alguns cuidados e planejamento podemos obter lindos sorrisos nos rostinhos de nossos pequenos.

Antes de sair às compras, planeje-se bem e não esqueça de analisar as contas já contraídas, lembre-se que estamos há dois meses para o natal e logo o início do ano, com isso temos as despesas típicas desse período: festas de final de ano, IPTU, IPVA, matrícula, material escolar, entre outras...

Listei 5 dicas para sairmos às comprinhas:

1. Evite mais dívidas

Nunca é aconselhável comprar presentes se for pra se endividar. Parcelamentos também são dívidas e vão se chocar com as despesas de final de ano.

2. Cuidado com as Promoções

Nem sempre as promoções vão significar preços menores.

O período do dia das crianças, assim como outras datas comemorativas, faz com que o comércio esbanje seus melhores produtos, mas isso não quer dizer queda de preço.

Portanto, vá às compras com um valor pré-definido, que caiba no seu bolso e não se iluda com as placas promocionais.

3. Custos Extras

Evite presentes e brinquedos que tenham custos adicionais, como pilhas, baterias, etc..

4. Tenha Poder de Barganha

Todo produto é negociável seja pela forma de pagamento, pela compra antecipada ou pela pesquisa de preços. A vantagem de já sair de casa com dinheiro em mãos fica mais fácil pedi desconto, visto que compras com cartão de débito e crédito, as lojas possuem taxas administrativas que pagam para as administradoras.

5. Inclua a Criança na Educação Financeira

Quando o orçamento financeiro familiar exigir cautela, aproveite a situação para incluir a criança no assunto do dinheiro.

Peça a ela que dê alternativas de presentes dentro da faixa de valores que você poderá assumir com o tempo e envolva a criança na pesquisa de preços. Uma vez que as crianças são estimuladas ao consumo cada vez mais cedo, elas vão perceber o poder de compra do dinheiro, é ideal conscientizá-las, já a partir dos 3 anos de idade, a usar o dinheiro com responsabilidade.

A maneira mais fácil de educar as crianças financeiramente é tratar o tema de forma lúdica, com foco na realização do sonho e não no consumo em si, para que a aquisição de um bem tenha significado para elas e aconteça por meio de reflexão e outros aspectos.

O maior tesouro que qualquer pessoa pode dar aos filhos é a educação. Na área da educação financeira não é diferente porque as crianças precisam desenvolver uma relação ética e saudável com o dinheiro.

Kelly Cavalcante
Contadora e Consultora Financeira
E-mail: kellyjhow@hotmail.com

Reserva de emergência
01/03/2018 09:53h

A vida nos dias de hoje é arriscada, cheia de altos e baixos, para nos arriscarmos a não poupar para situações de emergência. Em tempos de "vacas magras", o risco aumenta ainda mais com a possibilidade de perde do emprego ou queda nas vendas.

Embora se saiba da importância de se ter uma reserva financeira para emergências, poucas pessoas seguem a sugestão de guardar um montante equivalente a pelo menos 6 meses das despesas mensais para utilizarem no período de dificuldade financeira, alerta principalmente aos que assinam contratos com data certa de acabar.

No entanto, reserva financeira para emergência é uma regra que se aplica a todos.

Vamos a prática com algumas dicas de como formar uma reserva de emergência:

Dica 1: Anote suas receitas e despesas

Sei que já virou clichê, sempre falo, mas não tem como controlar suas finanças, fazer planos, reservas se não sabemos quanto recebemos e quanto gastamos mensalmente. Repito: coloque tudo em um papel, planilha de Excel, aonde e como quiser, o importante é você saber quanto ganha, para onde ele está indo e quanto ainda tem disponível.

Dica 2: Separe o Essencial do Supérfluo

Após montar sua planilha, fica mais fácil visualizar a atual situação financeira, você pode reunir a família e, juntos, analisem e identifiquem os itens que podem ser cortados, cuidado para não cortar demais e prejudicar o estilo d vida da família. Para ficar mais fácil, listem em ordem crescente de prioridades do gasto mais essencial ao mais supérfluo.

Dica 3: Defina o valor mensal a ser poupado

Orçamento montado, algumas despesas cortadas, chegou a hora de começar a poupar. Defina um valor fixo mensal a ser poupado, um percentual de renda familiar para guardar. Mesmo sendo um pequeno valor, o importante é começar para que a rotina do investimento seja estabelecida.

Dica 4: Valor ideal para a reserva de emergência

Esse valor varia bastante de pessoa para pessoa. O ideal, como falei no início, é que a quantia acumulada na Reserva de Emergência garanta todas as suas despesas por até 6 meses. Alguns exemplos:

- Funcionário público: 3 salários podem ser suficientes;

- Casal: 4 a 5 salários, uma vez que dificilmente os dois fiquem desempregados;

- Solteiro: 6 salários, considerando que a fonte de renda é única;

- Autônomos: Como a renda varia bastante de época para época, 12 meses seria o mais recomendado.

Dica 5: Escolha investimentos adequados ao seu perfil

Nesta etapa, você vai decidir o destino do dinheiro poupado, levando em consideração seu perfil de investidor (conservador, moderado ou agressivo) e o montante a ser aplicado.

Por ser reserva de emergência, precisa ser de fácil acesso, liquidez e baixo risco, uma boa opção são os títulos públicos, como Tesouro Selic, Fundos de renda fixa, CDB, LCI e LCA, pela maior rentabilidade. Apesar de não recomendar, devido sua baixa rentabilidade, a Caderneta de Poupança também pode ser utilizada inicialmente para esse fim.

IMPORTANTE: Como o próprio nome já diz reserva de emergência, você deve utilizar essa reserva financeira somente nos momentos em que estiver realmente necessitando.

O objetivo dela é que você não tenha que se utilizar (em momentos de dificuldade ou necessidade) de outros recursos que possam te deixar endividado, como o cheque especial, por exemplo. Portanto, utilize-a adequadamente e não se esqueça de alimentá-la novamente quando as finanças estiverem equilibradas.

Kelly Cavalcante
Contadora e Consultora Financeira
E-mail: kellyjhow@hotmail.com

Já sabe o que fazer com seu décimo terceiro?
21/11/2017 13:32h

Final do ano chegando, com ele o tão aguardado décimo terceiro salário. Lembrando que, para quem trabalha de carteira assinada, por lei, as empresas têm até o dia 30 de novembro para pagar a primeira parcela e até o dia 20 de dezembro para pagar a segunda.

O momento não poderia ser melhor para a chegada desse dinheiro extra. Já sabem o que fazer com ele? Opções não faltam, infelizmente, não se pode fazer tudo o que queremos.

Elenquei algumas dicas, em ordem de prioridade para ajudar você a usar seu décimo da melhor forma possível.

DICA 01: DÍVIDAS

Se as suas contas estiverem fora do controle, priorize o pagamento delas, principalmente se você estiver pagando altos juros das contas em atraso. Use seu décimo para liquidar ou amenizar suas contas em atraso.

DICA 02: RESERVA DE EMERGÊNCIA

Não possui contas em atraso, muito bem! Que tal começar a montar sua Reserva de Emergência? O ideal seria reservar uma parte de seu salário todo para reserva de emergência, para ser usado em casos de urgência e emergência sem precisar recorrer a empréstimos de juros altíssimos e cheques especiais. Se ainda não tem uma, use seu décimo para começar a montar sua reserva de emergência.

DICA 03: COMPRAS DE FIM DE ANO

Não está endividado e já possui uma reserva de emergência, essa dica é ideal para você, use seu décimo para as compras de fim de ano a vista de presentes e gastos com as festas. Cuidado para não sair comprando por impulso e extrapolar. Sugiro que faça uma lista dos presenteados, e estipule uma meta de valores dos presentes e vamos as compras...

DICA 04: DESPESAS DE INÍCIO DE ANO

Todo ano a mesma coisa, janeiro já chega com tudo, várias despesas que devemos pagar, como IPVA, IPTU, matrícula, material escolar, entre outras. Por não se prepararem para esses gastos, já começamos o ano apertados. Uma boa dica é reservar uma parte do décimo para essas despesas nada inesperadas de início de ano.

DICA 05: SONHOS

Se você já está preparado para todas as suas obrigações financeiras e ainda tiver uma parte do décimo terceiro disponível, utilize-a para chegar mais perto dos seus sonhos.

Preparados para chegar 2018 com sua vida financeira organizada? Com o planejamento preparado, persistência e disciplina, é possível viver com menos do que ganha sem deixar de se divertir!

Kelly Cavalcante
Contadora e Consultora Financeira
E-mail: kellyjhow@hotmail.com

Você tem o hábito de poupar?
19/09/2017 09:20h

"Esse mês eu vou guardar dinheiro". Quem nunca prometeu isso a si mesmo, e, quando chegou no final do mês, percebeu que não tinha mais nada na conta? Provavelmente você culpa a crise, ela até pode ter contribuído para sua situação financeira atual, contudo, se tivesse um pouco de empenho da sua parte (ai doeu), daria para reservar uma quantia, mesmo que pequena por mês.

Conversando com parentes e amigos, percebi que a maioria não possuem o hábito de guardar dinheiro, sequer pensaram na hipótese de criar uma reserva de emergência (desconhece até o que seja "reserva de emergência"), e uma pequena parte confessa que guarda o que sobra, quando perguntei aonde, descobri que apenas deixa na mesma conta corrente em que cai o salário, francamente, então não guarda, vai gastar na primeira oportunidade.

Sabemos que a crise está em alta, mas a falta de cultura em poupar também influi para sua crise financeira.

O ideal seria, se as pessoas encarassem o hábito de poupar como uma despesa fixa e o reservasse assim que o salário cair na conta, comece com uma pequena quantia e vai aumentando gradativamente dentro de suas possibilidades, é claro, o importante é criar o hábito de poupar, formando assim, uma reserva de emergência, como o nome já diz ao aparecer um imprevisto, uma emergência, você não vai ficar aperreado tendo que entrar no cheque especial ou em empréstimos de juros altíssimos.

Mas, atenção, se você está endividado, procure primeiro liquidar as dívidas, sem criar outra, de forma organizada, planejada e com paciência, é possível sair do status de endividado para poupador (que massa).

Você quer enriquecer?? Claro né Kelly, que pergunta, todos querem..... então, vou te contar um segredinho: você não vai enriquecer com o dinheiro que ganha, mas com o dinheiro que "você guarda". Que tal começar guardando um pouquinho todo mês?? Não precisa ser muito, basta ser de forma regular.

Kelly Cavalcante
Contadora e Consultora Financeira
E-mail: kellyjhow@hotmail.com

Comportamentos e atitudes que nos levam ao endividamento
31/07/2017 07:32h

O endividamento hoje é a maior fonte de estresse financeiro no Brasil, na frente inclusive do medo do desemprego, que historicamente é o fator financeiro que tira o sono dos brasileiros. Nossos comportamentos e nossas atitudes podem desencadear grandes problemas financeiros.

Listei alguns de nossos comportamentos e atitudes que podem nos levar ao endividamento:

O Desequilíbrio Financeiro é manifestado pelas dívidas por meio dos instrumentos de créditos, vale ressaltar que, esses instrumentos como cartão de crédito, cheque especial, crédito ao consumidor e outros tipos de financiamentos, não são os verdadeiros culpados pelo endividamento e desequilíbrio financeiros, são apenas meios que estão sendo utilizados, muitas vezes, de maneira errada. Francamente falando: ou está se gastando demais ou ganhando de menos (ou as duas coisas).

O Imediatismo também é um dos comportamentos responsáveis pelos problemas financeiros, a pessoa quer comprar algo agora e não pode esperar nenhum dia a mais. Essas pessoas não se planejam e não pensam a longo prazo, acabam gastando demais, comprando coisas sem ter como pagar, se endividando cada vez mais.

A Apatia faz a pessoa colocar tudo no débito automático e não olha a fatura para não se irritar, evitando assim, olhar o extrato bancário a fim de não ver o estrago. As pessoas apáticas costumam deixar ao deus-dará, sem saber se tem dinheiro sobrando ou faltando, e simplesmente vão levando a vida.

O Excesso de Confiança nos leva a fazer compras financiadas sem condições de pagar, confiando que dará aquele "jeitinho brasileiro" para pagar, nos levando ao endividamento na certa. Uma pessoa excessivamente confiante acredita fielmente em sua memória e na capacidade de organizar suas finanças sem anotar e sem planejamento, o que resulta num profundo estado de desorganização financeira e pessoal.

A Pressão Social nos leva a comprar coisas para nos sentirmos membros da sociedade, afeta gente de todas as idades, gêneros e classes sociais, entretanto, nos mais jovens seus efeitos são mais visíveis. Se não tem um tênis da moda, um smartphone de última geração, é considerado um perdedor em seu grupo social.

Com planejamento e disciplina, podemos facilmente driblar todos esses comportamentos, nos levando à estabilidade financeira. A organização das finanças pessoais representa um ponto fundamental na vida de todos nós. Um profissional poderá lhe nortear no início de seu planejamento financeiro, criando planilhas fáceis de manusear, implementando no seu dia-a-dia o hábito de se planejar e se disciplinar quanto as suas finanças.

Kelly Cavalcante
Contadora e Consultora Financeira
E-mail: kellyjhow@hotmail.com

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