Topo
E-mail redacao@noca.com.br
Faça do NOCA sua home Página inicial
Data Quinta-feira, 27 de julho de 2017
Anuncie Anuncie
       
Topo
Mural
Excelente inciativa. No entanto, se não houver uma mobilização para recuperaç...
ANA LIMA, Caxais - MA
BOM DIA NICE COELHO, quero ouví a musica Miragem no Deserto com a Banda Noda de Cajú. Abra...
FLAVIO VILANOVA O ADVOGADO, BRASILIA - DF
+ mais mensagens
 
Faça sua Busca!

Notícias Colunas
Cartas
O cozidão da notícia
14/07/2009 17:09h

O Supremo Tribunal Federal (STF) acabou com a exigência do diploma para o exercício do jornalismo. O presidente do STF, Gilmar Mendes, relator do caso, entendeu que o Decreto-lei 972/69, editado durante a ditadura militar, afronta a Constituição Federal.

Em tempos de Comunicação de Massa, a própria comunicação em sua dinâmica e crescimento proporcionado principalmente pelo avanço científico e tecnológico, deve se popularizar ainda mais, com responsabilidade e ética.

A lei que regulamenta a profissão é observada como o principio que norteia a conduta do jornalista, quer diplomado ou com o registro Precário, agora jornalista em definitivo.Isso nos remete a uma reflexão histórica, onde podemos visualizar a profunda contribuição que a imprensa sempre deu para a consolidação da democracia e dos direitos humanos no Brasil.

O crescimento da população brasileira, a expansão das corporações da área de comunicação, aumentam dia-a-dia o número de profissionais que atuam na imprensa sem necessariamente ter posse do diploma de graduação em Comunicação Social.

A conscientização sobre os direitos e deveres a que implicam o exercício da profissão, diferencia o entendimento nato daquele que se propõe a trilhar por esse caminho.Lembra então o saudoso Vitor Gonçalves Neto, um dos mais destemidos jornalistas, escritor, cronista e poeta do Nordeste, que vivia a peregrinar por aqueles estados descrevendo em suas crônicas, bundas e bandos para depois editá-las em jornal comunitários. Fundou e afundou centenas de jornais com as mais diversas cabeças. A faculdade da vida e o dom Divino foram seus instrutores.

Vitor almoçava, jantava, e tomava café jornal. Morreu dentro de uma redação debruçado sobre suas idéias, que até ali foram incontadas e incontidas como os tipos ou letras frias que juntou na sua obra, pautada na experiência e na ética. Foi lá em Caxias, Maranhão, que Vitor deixou esse plano, na terra de Gonçalves Dias, Coelho Neto, Vespasiano Ramos e Inácio Passarinho, pai do atuante Jarbas Passarinho, que em muito contribuíram para elevação da imprensa em nosso país, sem ter diploma de jornalista.

O jornal comunitário ainda sustenta o verdadeiro teor da imprensa brasileira. Que o diga a Associação de Jornais do interior com milhares de filiados.Mas, vem também à memória outro jornalista que conheci, o qual, mesmo sem ter concluído o ensino secundário ou médio, escrevia reportagens e vendia-as a políticos em forma de jornal.

Neste, erros gramaticais, matérias sem lide e sem limite. Textos pobres, impresso sem pretensão social e sem viés, pautavam suas publicações. Um verdadeiro "cozidão da notícia".E foi nos últimos dias de atuação do Jornalista Vítor Gonçalves, em minha terra natal, que tive oportunidade de conhecer a redação de um jornal e de ser-me confiada por ele a apuração de informação jornalística.

Começava ali minha luta pelas letras, fazendo aquelas mesmas coisas que o mestre fazia. Poesias, crônicas, contos, prêmios nacional de redação, diplomas de melhor do ano, publicações literárias em coletâneas no sul e sudeste: publicava nos informativos do qual era de entregador a diretor-editor. Formação superior em Geografia, registro Provisório.Foram quinze anos no jornal comunitário. Porém sempre com o intuito de fazer o melhor. Nesse aprendizado da oficina real, tirei até o pão que meu deu força pra chegar até aqui.

Aqui , no curso de jornalismo da Faculdade Anhanguera/JK. Aqui, indo para o terceiro semestre de academia, vislumbrando em pouco tempo toda a teoria que se sobrepôs à prática. Aqui encontro a porção necessária para que os fundamentos sistemáticos da Comunicação Social, possam se firmar cada vez mais na produção do conhecimento e na formação de uma sociedade justa e humanitária. A partir daqui sei que poderei disseminar o produto do meu trabalho, com mais segurança junto à formação de opinião popular. Poderei filtrar com responsabilidade as informações que deverão ser repassadas para a sociedade e sempre as de maior interesse popular, associando a teoria à prática.A competição social requer incessantemente a reciclagem do profissional em todos os segmentos.

O conhecimento é infinito e aquele que souber absorvê-lo com abundância poderá até vencer a corrida da vida que muito se parece com o fenômeno dos espermatozóides no óvulo feminino, aonde os mais fracos sempre chegam por último.

Brasília-DF, 07 de julho de 2009

Alberto Juracy Pessoa Sobrinho - Jornalista

LIBERDADE, LIBERDADE!
23/12/2008 19:57h

Há certos momentos na história de um país em que surgem atalhos capazes de ligar com maior rapidez o passado ao futuro. Essa oportunidade surgiu para os países árabes na década de 70 com o que o mundo chamou de crise do petróleo. Crise para os importadores, oportunidade para os produtores. Foi com essa oportunidade que os Emirados Árabes conseguiram acumular capital rápido e abundantemente.

Teria sido confortável manter-se nessa situação de dependência total dos recursos vindos do petróleo, mas o país logo percebeu que esta fonte esgotável teria que ser substituída, sob pena de, em algumas décadas, ver seu PIB cair vertiginosamente. O paradigma de produtor e exportador de petróleo tinha que, com velocidade, ser quebrado. E foi assim que o setor de serviços, em especial o turismo, a construção, e re-exportação, transporte e serviços financeiros foi ganhando enormes investimentos, já previstos nos planos do governo como setores prioritários até 2015. Para a cidade de Dubai, que mais enfaticamente adotou essa nova vocação, o setor desassociado ao petróleo, que representava 46% do seu PIB na década de 1970 passou a representar 95% em 2005.

Estima-se que os Emirados Árabes Unidos detém 10% das reservas mundiais de petróleo, concentradas em sua maioria em Abu Dhabi, sendo que Dubai tem apenas 5% deste montante com esgotamento previsto para dez anos. Por esta razão o governo de Dubai, por meio dos planos, estabelece metas para a diversificação setorial investindo na melhoria do ambiente de negócios e investimento.

Desde 2000 o crescimento anual do PIB gira em torno de 13% impulsionado pelo setor de serviços que cresce a taxas anuais de 21% enquanto o setor petrolífero decresce. Pode-se afirmar que hoje Dubai constitui-se num hub de negócios internacionais, em destino turístico desejado pelo mundo todo, em exemplo de prosperidade.

Em que pese o estado ter capital abundante para investimento - o que é uma situação desconhecida para os países em desenvolvimento como o Brasil, ainda assim, o exemplo de Dubai mostra o sucesso da aliança de investimentos públicos a uma atração maciça de investimentos privados do mundo todo e um planejamento visionário, diligente e audacioso.

Os números demonstram a pujante economia estabelecida nos últimos anos. Estima-se que em 2006, cinco milhões de turistas foram a Dubai, sendo esperados para 2010 cerca de 15 milhões que podem se hospedar no luxuoso Burj Dubai - prédio mais alto do mundo, considerado o único sete estrelas. Os turistas podem visitar a pista de esqui, a orla e, futuramente, a Dubailand ou as ilhas que formam o mapa mundi, entre outros projetos grandiosos.

Beneficiadas das receitas oriundas do petróleo e do crescimento populacional e do consumo, o setor da construção vem se desenvolvendo. Dubai é um verdadeiro canteiro de obras em que se estima que concentram-se 25% dos guindastes do mundo. Para acompanhar tal desenvolvimento investimentos em infraestrutura são funamentais, a ver as obras do aeroporto que já opera com 200 companhias, mas com a finalização do 3º terminal terá capacidade para 70 milhões de passageiros, além das suntuosas obras como as Ilhas das Palmeiras, que aumentam a região litorânea em 160%, e grandes portos facilitam atração de investimentos.

A aplicação de tarifas de importação baixas - 5% sobre valor CIF - e com isenção de impostos para produtos alimentícios, agrícolas, de medicina e saúde e àqueles importados nas Zonas Francas fazem do comércio uma grande oportunidade sendo motor para o desenvolvimento deste país.

A quebra de paradigma de exploração petrolífera, por meio de políticas de diversificação da economia em favor de outros setores produtivos, reduzindo a dependência econômica da matriz produtiva baseada no petróleo transformou o desenvolvimento fundamentado em riqueza finita em desenvolvimento e benefícios perenes advindos de setores de serviços que fazem de Dubai um centro de negócios internacional.

Wilfrido Augusto Marques

Advogado Tributarista

Presidente da Comissão de Relações Internacionais da OAB-DF

A Justiça
02/12/2008 18:18h

A Justiça, que deveria garantir a liberdade de expressão, luta contra, impõe o silêncio.


Com a mente revoltada e o coração sangrando, escrevo serenamente, mas com a certeza de que é um libelo que atinge, vai atingir e quero mesmo que atinja o sistema Judiciário. As palavras que coloquei como título desta comunicação representam a ignomínia judicial, que se considera poderosa e inatingível, mas é apenas covarde e insensível.

Retira-se dessa acusação global apenas a primeira instância. O juiz que em 1979 recebeu a ação desta Tribuna da Imprensa examinou imediatamente a questão e dividiu a ação em duas. Uma chamada de LÍQUIDA, que decidiu imediatamente e que, lógico, foi objeto de recursos indevidos, malévolos e protelatórios, que é a que está na mesa do ministro Joaquim Barbosa.

A outra, denominada de ILÍQUIDA, juntava e junta prejuízos ainda maiores, como desvalorização do título do jornal, lucros cessantes, páginas em branco durante 10 anos, perseguição aos anunciantes, que intimidados pessoalmente pelo então diretor da Receita deixavam de anunciar.

(Esse diretor da Receita Federal, Orlando Travancas, era feroz na perseguição e na intimidação. Não demorou muito, foi flagrado em crime de extorsão e corrupção, não quiseram prendê-lo, seria desmoralização para o regime. Foi aposentado luxuosamente, com proventos financeiros "generosos").

A ação ILÍQUIDA dependia de PERÍCIA, que vem desde 1982, e não foi feita por irresponsabilidade e falta de interesse de dois lados. Acreditamos que agora andará em velocidade para recuperar o tempo perdido. Na ação dita LÍQUIDA, o competente juiz de primeira instância, cumprindo o seu dever, sem temor ou dificuldade, condenava a União ao pagamento da INDENIZAÇÃO devida a esta Tribuna.

De 1982 (primeira e única sentença) até este ano de 2008 (26 anos), a decisão do competente juiz de primeira instância foi naufragando na impunidade, no descuido, na imprudência dos chamados MAGISTRADOS SUPERIORES.

Em 26 de março de 1981, a ditadura agonizante mas vingativa explodiu prédios, máquinas e demais dependências desta Tribuna. Podíamos acrescentar isso na própria ação ou começar nova, com mais esse prejuízo colossal. Não quisemos. É fato também facilmente comprovável, não protestamos nem reivindicamos judicialmente em relação a mais esse terrorismo. Financeiro, econômico, irreparável.

O próprio Supremo Tribunal Federal não é INOCENTE ou DESCONHECEDOR do processo. Pois há quase 3 anos está na mesa de Joaquim Barbosa, "esperavam um negro subserviente, encontraram um magistrado que veio para fazer justiça". Na prática está desmentindo a teoria. Negro ou branco, não importa a cor e sim a I-N-S-E-N-S-I-B-I-L-I-D-A-D-E como magistrado.

O ministro Joaquim Barbosa, do STF, com extrema boa vontade, recebeu o recurso inócuo da União, verdadeira litigância de má-fé, que sabia ser apenas PROTELATÓRIO. Os autos estão descansando em seu gabinete desde abril de 2006. Postura diferente adotou o douto procurador geral da República, Cláudio Lemos Fonteles, que há mais de 2 anos já fulminara o teratológico recurso como INADMISSÍVEL, sem razão de ser, vez que almeja REDISCUTIR o que já tinha sido pacificado nas instâncias inferiores, ou seja, o direito líquido e certo desta Tribuna da Imprensa ser indenizada por conta de danos morais e prejuízos materiais de vulto que sofrera, em decorrência de atos truculentos e de censura permanente dos governantes dos anos de chumbo e que quase levaram o jornal à falência.

Inexplicavelmente, repita-se, o bravo (ou bravateiro?) Joaquim Barbosa aceitou o afrontoso apelo da União que nem deveria ser conhecido, por conta quem sabe de um cochilo, displicência ou então não tem a sabedoria jurídica que tanto apregoa.

Nesse quadro, já dissemos e reiteramos que essa primeira indenização será toda destinada ao pagamento de DÍVIDAS obrigatórias contraídas por causa da perseguição incessante comprovadamente sofrida.

Em matéria de tempo, uma parte do Judiciário foi mais ditatorial do que a ditadura. Esta perseguiu o jornal das mais variadas formas, por 20 anos. A Justiça quer ver se chega aos 30 anos, por conta de sua repugnante MOROSIDADE, TÃO RUINOSA e imoral quanto a ilimitada violência perpetrada pela ditadura.

Se vivo fosse, o jurista Ruy Barbosa por certo processaria os lenientes julgadores do processo indenizatório ajuizado pela Tribuna contra a União há quase 30 anos e sem pagamento algum até hoje, porque para Ruy, que é tão festejado e citado, mas não imitado, JUSTIÇA ATRASADA NÃO É JUSTIÇA, SENÃO INJUSTIÇA QUALIFICADA E MANIFESTA. Até breve. Muito breve.

PS - Esperamos que Joaquim Barbosa elimine rapidamente (pode fazê-lo em minutos) e sempre a INJUSTIÇA da JUSTIÇA, para que possamos retomar o caminho de quase 60 anos.

PS 2 - Às 10 horas da manhã de ontem, esta Tribuna, com toda a Primeira comunicando a INTERRUPÇÃO MOMENTÂNEA DA NOSSA CIRCULAÇÃO, já estava na mesa dos ministros Joaquim Barbosa, (relator) e Gilmar Mendes (presidente), de outros ministros e várias autoridades. Dependendo deles a INTERRUPÇÃO MOMENTÂNEA poderá ser mudada rapidamente para INTERRUPÇÃO SUMARÍSSIMA.

Foi extraordinária a reação e a solidariedade à nossa edição de ontem, quando comunicávamos, usando toda a Primeira, que MOMENTANEAMENTE ESTA TRIBUNA ESTÁ SUSPENDENDO SUA CIRCULAÇÃO. De todas as partes do Brasil chegavam sugestões para que a TRIBUNA continuasse presente, no papel e na internet.

Muitos, ou mais do que muitos, telefonavam HORRORIZADOS, (palavra textual) com o que acontece com um jornal que sempre lutou pelo Brasil, pela comunidade, pela defesa dos grandes e INVENCÍVEIS interesses nacionais.

Citavam campanhas de defesa do patrimônio nacional, as lutas incansáveis e ininterruptas contra a DOAÇÃO das nossas riquezas, as batalhas a favor da aviação do Brasil, desde o ASSASSINATO da Panair (é de assassinato que se trata), mais tarde da Vasp e da Varig, todas sacrificadas, para que caminhoneiros se transformassem em senhores dos ares, acumulando fortunas.

(O livro "Pouso Forçado" transcreve artigos inteiros deste repórter numa campanha de convicção, de razão e de emoção, pela manutenção da grande empresa da aviação nacional. A empresa área que representava tudo o que Santos Dummont sonhara para o transporte aéreo, a verdadeira aproximação dos países e dos povos.

Desde os tempos combativos do Diário de Notícias, toda a atividade deste repórter foi concretizada na luta pela libertação nacional. Defendi tudo, jamais tive um período que fosse de ligação com algum ou qualquer grupo.

Com tanta luta, tínhamos que ser sacrificados e imolados no combate ao verdadeiro assalto às nossas riquezas, nosso patrimônio, nosso território, nossa população. Mas não esperávamos, não acreditávamos, não admitíamos, que enquanto resistíamos, fôssemos trucidados pela Justiça, realmente INACREDITÁVEL.

As últimas campanhas acirraram ainda mais a vontade e a decisão de liquidar esta Tribuna, no limiar dos seus 60 anos. Não tínhamos outra decisão, a não ser a de SUSPENDER MOMENTANEAMENTE a circulação desta Tribuna. Mas a grande maioria se insurge contra essa ausência, faz diversas propostas, lembranças ou sugestões, que estamos examinando.

A mais sugestiva: enquanto o ministro Joaquim Barbosa não assume suas verdadeiras e apregoadas funções definidas por ele mesmo, textualmente, "como um negro que esperavam subserviente, mas veio para ser um verdadeiro magistrado". A teoria está clara, basta que meia dúzia de palavras, transforme a apregoada TEORIA, numa PRÁTICA reconhecida pelo Brasil inteiro.

Estamos esperando, doutor ministro.

Pelas manifestações que fomos recebendo durante todo o dia, do Brasil inteiro, o homem hoje mais citado se chama Joaquim Barbosa, ministro do Supremo Tribunal Federal. Da decisão dele, IMEDIATA e FINAL, depende a RESSURREIÇÃO de um jornal livre, que vem sofrendo durante toda a sua existência, pela dedicação à LIBERDADE de IMPRENSA, à DEMOCRACIA, ao INTERESSE NACIONAL, à DEFESA DO Nosso sagrado PATRIMÔNIO e TERRITÓRIO.

Nossas três últimas campanhas que contrariaram muitos.

1 - A ignomínia e a indignidade de entregar a USIMINAS ao pobretão Steinbruch, que FALIDO, passou a milionaríssimo. Está respondendo a mais de 10 MIL AÇÕES, por crimes diversos.

2 - A campanha incessante para a REESTATIZAÇÃO DA VALE.

3 - A RETOMADA da Amazônia, entregue a 100 mil ONGs, e aos interesses mais escusos. Essa Amazônia, que é parte enorme e substancial da nossa riqueza e independência.

Entre todas as sugestões, a mais razoável e até executável, é esta: enquanto esta Tribuna espera a hora de voltar como sempre foi durante 60 anos, sairia com apenas 4 páginas, mas o SUBSTANCIAL de sua existência seria a manutenção das colunas.

Não apenas o artigo e a coluna deste repórter, mas as outras, que compõem o universo da OPINIÃO e da INFORMAÇÃO privilegiada, que sempre se constituíram no CARRO CHEFE do jornalismo IMPRESSO.

Outra idéia também sustentável, é a manutenção desta Tribuna na internet. Embora a Tribuna tenha um site próprio, recebemos oferecimento de vários jornalistas, que têm sites e que querem "hospedar" esta Tribuna.

Por dever de justiça, que palavra, os primeiros jornalistas a oferecerem seus sites, foram Pedro do Coutto e Carlos Chagas (com cartas belíssimas), Pedro Porfirio e Aristoteles Drumond. Às 3 horas da manhã, Porfirio já publicava a Primeira de ontem, entre os seus cadastrados no JORNAL ELETRÔNICO POR CORRESPONDÊNCIA.

Logo depois Aristoteles Drumond, que tem vários sites, telefonava para oferecer alguns, e aumentar a circulação desse POSSÍVEL jornal de 4 páginas, que estaria na internet.

E nas bancas a um preço quase simbólico, quando hoje custa 1,70. Em suma: à hora em que escrevo não há suma, mas a súmula (ou que nome tenha) que esperamos que o ministro Joaq uim Barbosa já tenha cumprido.

Sozinho, ele pode decidir, como o ex-procurador geral da República, Claudio Fonteles decidiu: NEGO. Anulando a INÉRCIA de uma parte da magistratura.

Cingapura - paraíso fiscal x modernidade e eficiência
01/12/2008 12:30h

Nas relações negociais internacionais é patente a necessidade de estruturação e preparo de uma empresa, sendo de grande importância um planejamento tributário de suas operações, buscando assim todos os benefícios possíveis para o seu desenvolvimento.

Na sua atuação internacional, uma empresa escolhe investir em um país em função das muitas vantagens que ele apresenta, entre elas, um sistema tributário mais amigável. Ocorre que o Estado, como legítimo mecanismo de defesa, montou uma legislação que classifica os países segundo critérios de tributação e sigilo coorporativo. No discurso leigo, esses países acabaram por ser chamados de paraísos fiscais, denominação esta que carrega uma forte carga negativa. Não me espanta que a maioria dos leitores ao se depararem com esta expressão já pensem em atividades ilícitas, como lavagem de dinheiro. Não faço aqui qualquer apologia à utilização dos denominados paraísos fiscais com fins ilícitos, por óbvio. Pelo contrário, defendo que uma análise mais profunda de todo arcabouço jurídico, comercial e político de cada, possa dar uma acuidade maior no enquadramento dos países com sistema tributário favorecido. São muitas as características a serem analisadas, que não se esgotam no simples enquadramento ou não enquadramento dentro do que se convencionou chamar de paraíso fiscal. A utilização lícita dos incentivos fiscais deve ser melhor entendida para que nenhum tratamento errôneo venha a prejudicar o desenvolvimento e o dinamismo que o comércio internacional exige.

É imensurável o tamanho do dano causado à nossa economia ao se qualificar países que são produtivos e com atividade econômica por vezes complementares à economia brasileira, inibindo-se o investimento do país - no caso, Cingapura - no Brasil e a internacionalização de empresas brasileiras para este país, uma vez que as taxações, monetárias ou morais, freiam a sua colocação neste entreposto comercial.
As perdas com tal taxação são imensas, configurando-se como um empecilho interno para a expansão do país na Ásia e consequentemente dificultando sua inserção plena no comércio mundial. Digo isto analisando a tamanha importância dos fluxos comerciais com a Ásia para a balança comercial brasileira e para um posicionamento mundial.

Cingapura é um dos maiores investidores asiáticos no Brasil. O país estruturou-se como um verdadeiro entreposto comercial com forte cooperação com organismos internacionais de integração e de regulação. Esta cooperação se afirma, pois Cingapura é membro do GAFI (Grupo de Operações Financeiras), cujo objetivo fundamental é a promoção de políticas para o combate a lavagem de dinheiro no nível nacional e internacional.

Há que se ter a justa medida ao classificar paraísos fiscais e países com tributação baixa que é absolutamente aceitável no cenário internacional. Por ser um centro financeiro internacional, é certo que haverá em Cingapura sigilo bancário, mas isto não quer dizer que condutas como lavagem de dinheiro é tolerada no país, pelo contrário, tal conduta é tipificada neste país.

Nesta ótica, podemos apresentar uma série de países que têm taxas baixas e outras características que ensejariam a taxação como paraíso fiscal, a ver pelo Brasil que poderia ser taxado com base ma Medida Provisória 281/2006 reduz a zero a alíquota do imposto de renda incidente sobre os rendimentos produzidos na aplicação em títulos dívida pública federal quando pagos, creditados, entregues ou remetidos a beneficiário residente ou domiciliado no exterior.

A legislação brasileira, ao sustentar o enquadramento de "país com tributação favorecida" (a bem dizer, "paraíso fiscal") tende a inibir relações comerciais profícuas com países como Cingapura que podem ser excelente porta de entrada para empresas brasileiras no rico cenário de comércio com a Ásia.

Analisemos: Cingapura tem baixíssimo percentual de sua matriz produtiva voltada para o agronegócio. O Brasil é um dos maiores exportadores de commodities no mundo. Resta, claro, a grande oportunidade comercial existente com os dois países e fica patente a perda de competitividade neste país. Outra ressalva se faz à dificuldade de, por ser considerado um paraíso fiscal, firmar-se um acordo de Bitributação entre Brasil e Cingapura, tão defendido pelos cingapurianos que vêm ao Brasil em busca de negócios.

Há um grande anseio por parte de empresários e esferas do governo para que esta questão seja solucionada de forma a possibilitar o maior desenvolvimento do país. É o que esperamos.


WILFRIDO AUGUSTO MARQUES Advogados Associados

Falta de concorrência x indignação
24/11/2008 13:14h

BOM DIA! Quero usar este meio de comunicação para expor a minha indignação a respeito de um grande supermercado, que ainda não tem nenhum concorrente a altura em Caxias-MA, atendendo diariamente 20 mil clientes no Maranhão e Piauí, ainda cometem "coisas" desagradáveis aos seus consumidores, que creio eu, somos considerados uns meros contribuidores para o crescimento da Empresam, que às vezes em dias de promoção colocam, os hortigranjeiros com qualidade de 3ª ou 4ª. Há quem diga que são as seleções dos de Teresina-PI. Sim o ocorrido foi que no dia 22 de novembro, por volta das 10h30 da manhã precisei ir ao referido supermercado para fazer compras, investimento em torno de R$ 190,00. O interessante foi que mesmo tendo investido isso, no decorrer do ato de encher o carrinho de compra, minha filha de três anos e meio sentiu sede, minha esposa foi ao bebedouro e lá não tinha copos descartáveis. Ao solicitar a uma servidora, a mesma disse que não tinha mais copos lá no supermercado. Isso é um absurdo. Quando minha esposa me falou isso, claro que fui confirmar, e com certeza tinha. Fui novamente onde à servidora. Pensei ironicamente, que ela num tinha entendido. Tive a mesma informação. Sendo assim, como muitos fazem fui aonde o gerente. E, ainda bem que ele foi mais explicativo, disse-me que não havia mesmo copos descartáveis, porém, "lá tem o adaptador de bocas para poder beber". Isso para mim foi crucial. Nem eu nem minha filha somos melhores que ninguém, porém existe a higiene. Sei que o meio ambiente pede socorro, se for uma desculpa melhor, porém a nossa saúde é primordial nesse caso. Eu revoltado, falei com amigos que estavam lá e havia acontecido o mesmo com eles, a moça informou-os que naquele supermercado não tinha copo descartáveis. Uma das colegas resolveu comprar água mineral quente, jogar fora e pegar água no bebedouro com "adaptador de bocas". Bebeu higienizou o copo e levou para minha filha também. Eu já tinha uma saída também, afinal estava fazendo compras para uma festa, teria de adquirir copos descartáveis.

Nome: WILSON JOSÉ LOPES SILVA
Email: wilsonlopes_fotos@hotmail.com

1 2 3
* As informações, notícias e opiniões expressadas nas cartas são de inteira responsabilidade do signatário.
Rádio Online
TV Online

Tv Ofértas Seu canal de compras (play Boy)
Publicidade
Resolução Mínima de 800x600 © Copyright 2007, Noca.com.br
Desenvolvido por Mundi Brasil