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Recanto do Poeta

O literato Firmino Freitas está encantado

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17/01/2019 13:27h

Firmino Freitas; foi um poeta e escritor com vida fincada no torrão caxiense e que respirava literatura. Na realidade, se tratava de um dos mais férteis poetas e escritores da contemporaneidade caxiense que conheço. E não só isso: contemporaneamente, foi um dos melhores, mais produtivo e mais respeitado literato da cidade de Caxias, com assento na Cadeira de nº 02 da Academia Caxiense de Letras. Creio que, atualmente, e, daqui por diante, não há como se falar em literatura caxiense sem nos lembrarmos dele.

Depois de sua primeira publicação, Conversando com Deus (prosa poética), 1985 e 1986, não mais parou. Foi livro após livro, sempre nos gêneros da poesia e prosa, mais prosa que poesia. Possuo, em minha biblioteca particular, nada menos que treze livros de sua autoria, todos ofertados por ele, alguns com gentil dedicatória e outros enviados a mim pelas mãos de amigos. O bom, é que pareceu não querer parar mais. Isso é sinal de que não foi daqueles escritores que publicam por publicar, julgando-se ótimos, mas que, na verdade, não o são. Seus escritos são de primeira qualidade. E ele não se contentava, não ficava parado no tempo: começou com poemas, mas, embora não os abandonando, passou para a prosa como um brinde a todos nós, caxienses, de relembranças belíssimas dos nossos cotidianos - cultural e social - próximos passados.

Firmino Freitas produziu as obras: Versos de Cantaria (poesias) 1986, Do Verbo ao Verso (poesias) 1990, Cantares de Amor e Outros Cantos (poesia), Memorial dos Insensatos (prosa) 2002, Festejo de São Benedito (prosa) 2003, A Mudez do Grito (escritos poéticos) 2003, Sermão aos Surdos (prosa) 2004, Oitavas do Eu Menino (prosa) 2005, Mensagem aos Cegos (poesia) 2005, Maria Sem Vez (prosa) 2011 e Largo do Rosário (prosa) 2011. Outras obras, ainda, inéditas foram preparadas pelo escritor e poeta.

Porém, Antônio Firmino Freitas Soares se encantou nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira, 17. Agora, espiritualmente, está encantado e presente na dimensão celestial, na concretude de sua mais importante obra: "Conversando com Deus"!

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