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Política Cultural

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27/01/2019 21:29h

Entrevistas editadas muitas vezes distorcem, desviam o foco e encolhem a ideia. O conteúdo fica mal, para o entrevistado e o jornalista. Não cabe uma avaliação após a leitura. Acredito que isso aconteceu recentemente numa entrevista editada do futuro Secretário de Cultura do Estado, em jornal de grande circulação. Ela expôs um jovem, nada novo nas ideias sobre política cultural, e que pareceu anunciar o continuísmo autoritário provinciano, que vem massacrando a produção cultural local.

A gestão cultural deve obedecer a um princípio pétreo: se é cultura, por definição ("expressão de um povo"), a iniciativa tem que ser popular. Se não for assim é ideologia: fascismo, stalinismo, macarthismo, getulismo... O governo socialista que ignora esse princípio está sonegando interesse social.

Muitas vezes, nessa contramão histórica recalcitrante, o governo delega a gestão cultural autoritária para empresas com seus prepostos egocêntricos e personalíssimos, que precisam de óculos contemporâneos para enxergar bem, não só o que está longe, mas o que acontece perto também.

Descuidando princípios constitucionais (Art., 215 e 216), agindo através de isenções fiscais, abatimento no IR, prestigiando com presença apenas as efemérides organizadas com pompa e grande divulgação por empresas, com o nosso dinheirinho via leis de incentivo, o governo socialista continuará transformando cultura em ideologia. No caso ideologia capitalista/fascista, alinhavada por Sarney, desenvolvida com a Lei Rouanet e penduricalhos locais.

Brizola, ícone socialista, em parceria com Darcy Ribeiro revolucionaram a Educação e Cultura no Rio de Janeiro. Socialista emérito foi o primeiro entre seus pares, escolhidos governadores em eleições democráticas, a ir a Brasília cumprimentar o General Presidente da República. Assim, durante o seu governo, que fez e aconteceu, o Rio navegou em águas calmas e piscosas, com grande apoio do Planalto.

Maturidade, sagacidade, bom senso e tolerância são patrimônios que o governo acumula, e o povo desfruta, quando considerado em primeiro lugar.

O egocêntrico brilha intensamente, como o filamento incandescente de uma lâmpada. Recebendo oxigênio (novas ideias), logo se desintegra e a sua luz se apaga.

Nossa proposta de Política cultural pode ser verificada nos textos: "Política Cultural Progressista (2000)" e "Fundo de Cultura: um avanço (2002)", páginas 90 e 93 do livro "Identidade Cultura".

Fonte: Kleber Galvez, pintor capixaba

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