Topo
E-mail redacao@noca.com.br
Faça do NOCA sua home Página inicial
Data Sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Anuncie Anuncie
       
Topo
Mural
BOM DIA! LÉA, quero ouvir a musica Miragem no Deserto com a Banda Noda de Cajú. Abraç...
FLAVIO VILANOVA ''O ADVOGADO", BRASILIA - DF
Boa noite! MEREÇO GANHAR PORQUE SOU FÃ DO PORTAL NOCA E DESSA DUPLA !ALEM DISSO, ACOMPANHO...
LIDINEIA DOS SANTOS ALMEIDA PINHO, Caxias ma - MA
+ mais mensagens
 
Faça sua Busca!

Notícias Colunas
Jotônio Vianna

Do zero

Aumentar Fonte   Diminuir Fonte
 
27/04/2014 12:00h

Não vai dar para reclamar de falta no jogo eleitoral de 2014. O que os contendores precisarão é se precaver das entradas duras dos adversários que poderiam levar inclusive a fraturas expostas. Pelo que já se ouve nos bastidores, da parte do grupo Sarney, então, todas as armas e as munições mais improváveis serão usadas. Assim, a frente oposicionista terá de fortalecer muito suas trincheiras e reforçar as baterias antiaéreas, pois é provável que o fogo principal seja disparado de cima e até do alto da República.

Dos 'animais' políticos que disputam o poder maranhense não se deve esperar, portanto, 'piedade' para com os adversários. A guerra 'final' entre a oligarquia estadual e as forças oposicionistas, que se achou um dia ter acontecido com a eleição de Jackson Lago (PDT), foi historicamente adiada para agora. A deposição do ex-governador pela via do tapetão judicial, no entanto, revelou o quanto de frágil e até de ingênuo havia na 'intelligentsia' que liderava a oposição da época. Naquele rudimentar período da ascensão ao poder pelas oposições, os campos não estavam devidamente preparados e prontos para a plantação, por isso não se colheu a produção esperada. Os frutos não tiveram como crescer, as verduras não vingaram.

Afora que o pensamento das oposições era tosco, bruto, na essência original, porém não experimentado, e não houve tempo para a lapidação. Ao fim da batalha e erguida a bandeira da vitória, portanto, a ida ao poder foi frustrante e, ironicamente, até fortaleceu o retorno do clã Sarney ao comando do Maranhão. A história, agora, recomeça do zero.

Exposição

Um dado novo e curioso, agora, é a exposição de figuras intelectuais defendendo o legado do clã Sarney. Antes mais restritos aos nichos acadêmicos e encobertos pela aura de 'pensadores', passaram a usar repentinamente os conhecimentos filosóficos e sociológicos para exaltar o mandonismo sarneyzista.

Imaginação

.Mas, ao contrário do que pensam alguns, isso não é ruim. A entrada no jogo dessas figuras, se, por um lado, causa perplexidade, por outro exercita a imaginação e as põem no lugar de meros seres humanos que defendem unicamente seus interesses pessoais.

Ironia

.A ironia nos acadêmicos que fazem a apaixonada defesa do grupo que se mantém no poder há cinco décadas é que a categoria de intelectuais, reconhecida assim, designa o conjunto de pessoas que se fazem diferenciar pelo modo de transmitir uma visão de mundo identificada com o social e não com uma elite específica.

Caldo

.Mas os individualistas estão em todos os lados, pois não são uma minoria, ao contrário. Se o caldo eleitoral em que se cozinham todos for devidamente apurado, sobrarão poucos os que têm consciência coletiva relevante.

Poder

.Daí porque os cidadãos comuns precisam ter nítida consciência de que a guerra eleitoral é pelo poder, mas que a atuação do vencedor neste mesmo poder é que fará a diferença para a sociedade maranhense.

Patrimonialismo

.A diferença na forma de gerir e aplicar os recursos públicos. A eliminação da prática patrimonialista deveria ser um dos primeiros alvos. No patrimonialismo não existe o limite entre o público e o privado e a riqueza do erário acaba nas mãos dos que controlam o Estado e seus agregados.

Riqueza

.Enfim, estabelecer no poder o conceito republicano, no qual os interesses pessoais ficam subjugados às demandas sociais coletivas. E acabar com a ideia de que a riqueza estatal pode ser descaradamente distribuída entre os que controlam a máquina pública ou passada de pai para filho.

Prova

.A diferença é só essa, mas que infelizmente só será posta à prova depois que os que defendem o conceito republicano e a devida eficiência estatal forem os vencedores.

Diretoria ACL

Eleita ontem a nova diretoria da Academia Caxiense de Letras. Presidente, Antônio Pedro Carneiro; vice-presidente, Joseane Maia Santos Silva; 1º secretário, Renato Lourenço Meneses; 2° secretário, Firmino Antônio Soares Freitas Filho; 1° tesoureiro, Jotônio Moreira Viana; 2ª tesoureira, Maria Anecy Calland Marques Serra; 1° bibliotecário, Naldson Luiz Pereira Carvalho; e 2ª bibliotecária, Silvana Lourenço de Meneses. Comissão de Contas: Frederico José Ribeiro Brandão, Raimundo Nonato Medeiros Silva e Raimundo Nonato Medeiros.

GONZO

Às ruas - O prefeito Leonardo Coutinho (PSB) deixou o gabinete e foi às ruas nos últimos dias. A política de aproximação com o povo seria a intenção. Mas é preciso mais que isso. É preciso fazer a administração funcionar de fato e, para além desse gesto, 'Galeguinho' também deveria pressionar seu staff do primeiro escalão a fazer o mesmo, pois há secretários que já devem até ter esquecido como é andar nas ruas como uma pessoa comum. Isso quando não são alguns dos aliados os primeiros ou a boicotar ações administrativas, expelir 'fogo amigo' ou, pior, emperrar a máquina em benefício da oposição sarneyzista!!!

| Versão para Impressão | Enviar por e-mail |
Últimas Notícias Colunas Anteriores
29/05 - Posição estratégica
22/05 - Falta de foco
17/05 - Estupefação em Caxias
10/05 - Voto camarão?
09/05 - Coisa amarrada
08/05 - Velhos ardis
04/05 - O poder que se esvai
03/05 - Efeito união
30/04 - Parece pouco?
27/04 - Do zero
*As informações, notícias e opiniões expressadas neste espaço são de inteira responsabilidade do colunista.
Rádio Online
TV Online

Tv Ofértas Seu canal de compras (play Boy)
Publicidade
Resolução Mínima de 800x600 © Copyright 2007, Noca.com.br
Desenvolvido por Mundi Brasil