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Wybson Carvalho

Recanto do Poeta

Últimas postagens

Três retratos em letras

Reino cidadão Livres são o homem, o canino e o felino...ambos vestidos de solidãotão sós e despercebidos entre os muitossão, também, despercebidos da nudez tabulada ora multiplicada na multidão alheiaà unicidade vadia dos animaisna estratificada pirâmide humano-social dos seres! Nudez de sentidos Ó inércia final estás nuamas, no entanto, queres vestido o corpo mortode mãos unidas e pés...
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Data:14/06/2021 18:06

O rio refém

A parca víscera líquida sob a ponteleva a magra lâmina doce ao destino correntepara a imensidão gorda de boca gulosae estômago viciado à digestão salgada. Fome e sede do Itapecuru Com quantos dentes mastigas as vidasengolidas por ti no escorrego dessa gargantade correnteza lenta de águas servidasformando o esgoto com uma só vísceraque secará dia-a-diaface à derrubada de tua cabeceira vegetalexpondo margens...
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Data:07/06/2021 11:59

O poeta e a poesia

Segundo o sábio professor, poeta e jornalista maranhense Alberico Carneiro, "se é atualíssima, ainda hoje, a teoria de Aristóteles sobre a arte da poesia ou da poética, apresentando-a como imitação, transformação ou mutação da realidade vista por outro ângulo, o poeta é uma espécie de mago, feiticeiro, bruxo ou encantador. Desse ponto de vista, ele, o poeta, pode transfigurar a linguagem da...
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Data:31/05/2021 07:34

Poesias avulsas

Ônus do haverNão haverá diferença- que de um tudo unânime consistisse;não haveria erro- que o encanto acidentasse o fato;não haveria causa- que a intenção içasse a atitude;não haveria consequência- que a realização autodeterminasse a virtude;não haveria destino- que o desejo mostrasse o caminho;não haveria perda- que a mutação fosse continua;não haveria fim- que o...
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Data:24/05/2021 05:57

Análise de uma obra literária

Por José Ribamar Corrêa Filho. ESPECIAL: Em Quatrocentona: Código de Posturas e Imposturas Líricas da Cidade de São Luís do Maranhão, Cassas canta sua cidade pelas entranhas, sem azulejos coloridos nem chavelhos luminosos. (Impressões de um jornalista que gosta de poesia, mas não é versado em poética, e que, mesmo tendo a palavra como matéria-prima, nunca se atreveu nem se atreverá a escrever um...
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Data:17/05/2021 16:08

Um homem-poeta e sua alma em letras (três poemas)

O ser e a poesia advindos de mim Minha poesia veste-me com essência sabedora ao interior a mime emudecendo meu grito ensurdecedor à negação que há nela.é a prisão na qual sou condenado e estou a extrapolar-me liberto à ambiência alheia.é a imensidão em sal oceânico e chão cáustico, solitariamente, desértico...é a diversidade de todas minhas linguagens artísticas sem plateia...
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Data:10/05/2021 17:07

Naturezas

A animal,o instinto criou o coração em mim dividido em faces iguais - a divina, à fé, acasalou o espírito noutro eu aglutinado pelas emoções diferenciadas. qual porção é a verdade minha? o cérebro juiz da razão emudecido à resposta lógicasobre eu nenhum compreendido. Eu Preso às circunstancias grupaisescravizo-me em inúteis fugasalheias à unicidade.sem encontrar abrigo...
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Data:03/05/2021 14:50

Cidade, cidadão e cidadania

Homem; célula da humanidade...cidadão; célula da sociedade...o habitar social do homem é a cidade...a cidade é o palco da humanidadeno teatro com personagem e personalidadeao papel protagonista e coadjuvante à amabilidade!Meu pó à posteridade As ruas de minha cidade em mimtêm o piso com paralelepípedos feitos de tempoe eu transeunte a elas percorro-ascambaleando à procurar o barrodo qual advim desde o meu inícioe...
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Data:26/04/2021 17:45

Sonhar é preciso... “a vida é amiga da arte”

Vez em quando, os homens de mente sã põem-se à imaginação utópica e chegam a realizar viagens sem bagagem material em busca de dádivas possíveis. Pois bem. Há algum tempo, sentado a uma mesa na confraria do Cantarelle, após ter deglutido várias doses do vinho da cana de açúcar, lembrei-me de dois vultos caxienses que, segundo os próprios, foram homenageados, ainda em vida, pela arte da...
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Data:19/04/2021 14:34

Pedaços de um eu algum

Há no meu eu o pulsar de um desejoe no qual há, ainda, o quê, agora, almejo;que o fim do somatório da minha dornão interrompa os gritos do clamor; face a um pedaço ser bem emudecido em mim,e o meu outro resto é ouvido, mas ruim... A sinfonia que me invade desde o nadaé bem-vinda, ainda que quase desafinada;e eu a quero para sempre almejadaainda que pouco executada;face a um pedaço inaudível ser ilusão,e o meu...
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Data:12/04/2021 10:25


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